Parque Novo Mato Grosso recebe pilotos entre 21 e 24 de maio
Oliveira Júnior
Cuiabá
Depois de mais de duas semanas nos Campos Gerais do Paraná, o MX1GP Brasil Sportbay 2026 terá uma pausa de algumas semanas até ser retomado em Cuiabá na 4ª etapa que ocorrerá entre os dias 21 e 24 de maio, com provas noturnas.
A informação foi divulgada pelo presidente da Federação de Motoclismo de Mato Grosso, Miguel Guimarães e confirmada pela Confederação Brasileira de Motociclismo. A programação oficial deve ser divulgada nos próximos dias pela Secel.
No ano passado, quando o motódromo do Parque Novo Mato Grosso foi inaugurado, também em maio, com uma etapa nacional do MX1, o sistema de iluminação não foi concluído em sua totalidade, assim, as provas não puderam ser disputadas a noite. Agora, com mais tempo de preparação e estrutura, o novo horário está garantido.
“Tivemos a confirmação do gestor do Parque Novo Mato Grosso, Reck Júnior, que os refletores em led estarão todos funcionando a tempo. Isso vai propiciar um espetáculo inédito em Mato Grosso, uma prova mais técnica, com menor desgaste para os pilotos e muito mais conforto para o público, que também sofre as latas temperaturas de nosso Estado”, comentou Guimarães.
O atual calendário do MX1 GP - Brasileiro de Motocross - prevê a realização de 10 etapas em várias regiões do País, mas só a de Cuiabá com pista iluminada. A 1ª etapa ocorreu em 12 de abril em Canelinha-SC, a 2ª em 26/4 em Ponta Grossa-PR, a 3ª no último dia 3/5 em Castro/PR. Após Cuiabá, os pilotos ainda vão acelerar em Palmas-TO, Goiânia-GO, Manaus-AM, Santa Cruz do Capibaribe-PE e a grande final em 13 de setembro, provavelmente no interior de São Paulo.
Desgaste
De acordo com estudos científicos o gasto calórico de um piloto de motocross, por corrida, numa bateria de 30 minutos, por exemplo, varia de 600 a 800 calorias, sendo considerado um dos esportes motorizados que mais queima calorias.
O estudo aponta ainda pilotos profissionais podem queimar cerca de 1.500 calorias apenas pilotando durante várias baterias, exigindo uma reposição alta.
Essa queima de caloria é tão alta devido a frequência cardíaca média que pode chegar a 180 bpm, atingindo quase 90-100% da frequência máxima. Essa pilotagem no estilo ‘Full-Body’ exige uso constante dos músculos das pernas, braços e tronco para controlar a moto em saltos, curvas e terrenos acidentados. Além de lidar com a fadiga física o piloto precisa manter o equilíbrio.









