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Autódromo Internacional de Cuiabá
Brasileiro mandou bem, mas ficou fora do Q3 na Austrália

Melbourne-Austrália
Gabriel Bortoleto avaliou de forma positiva a classificação para o GP da Austrália, primeira etapa da temporada da Fórmula 1. O brasileiro garantiu um lugar entre os dez primeiros no grid, mas acabou impedido de disputar o Q3 após um problema mecânico em seu carro.
Mesmo com a frustração, o piloto destacou o desempenho da equipe em seu primeiro fim de semana oficial como Audi Revolut F1 Team. Para Bortoleto, o resultado reflete o trabalho realizado durante a pré-temporada para desenvolver o carro e a nova unidade de potência.
‘Foi uma classificação muito positiva para a equipe. Estar entre os dez primeiros no nosso primeiro fim de semana de corrida como Audi Revolut F1 Team é algo de que todos podemos nos orgulhar, especialmente considerando todo o trabalho feito durante o inverno para tornar o carro competitivo e construir uma nova unidade de potência do zero‘, afirmou.
O brasileiro, porém, lamentou não ter conseguido participar da disputa final pela pole position. Segundo ele, o problema surgiu de forma repentina durante a volta de retorno aos boxes.
‘É frustrante não poder participar do Q3 depois de termos avançado. Ainda não sabemos exatamente o que causou o problema. Comecei a perder marchas no meio da volta e não consegui voltar aos boxes. Vamos analisar isso com a equipe, mas pelo que vimos até agora não parece ser algo grave‘, explicou.
Apesar do contratempo, Bortoleto destacou o potencial mostrado pelo carro e demonstrou confiança para a corrida deste domingo, às 1h.
‘O carro mostrou um bom potencial. Acho que muita gente não esperava que estivéssemos brigando por um lugar no top-10 tão cedo. É um começo encorajador. Agora o foco é a corrida. Largar em décimo nos dá uma boa oportunidade de lutar com os carros à frente‘, completou.







